quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Explicando as pedaladas fiscais: por que são crime e por que prejudicaram exatamente os mais pobres

Explicando as pedaladas fiscais: por que são crime e por que prejudicaram exatamente os mais pobres: Quais foram, portanto, as consequências diretas das pedaladas? Aumento da quantidade de dinheiro na economia (inflação monetária), aumento não-contabilizado de gastos, e subsequente destruição do orçamento do governo causada por essa maquiagem contábil. Quais foram as consequências indiretas? Consolidação do déficit orçamentário em níveis recordes (nada menos que 9% do PIB) por causa do aumento de gastos possibilitado pelas pedaladas, perda do grau de investimento pelas três agências de classificação de risco, disparada da taxa de câmbio, aumento da inflação de preços a dois dígitos, queda da renda real dos trabalhadores (gráfico 14) e, inevitavelmente, aumento da pobreza. Este foi o verdadeiro crime do governo Dilma.

domingo, 21 de agosto de 2016

Como a Justiça do Trabalho aumenta a desigualdade no Brasil

Como a Justiça do Trabalho aumenta a desigualdade no Brasil: A Justiça do Trabalho brasileira, que compartilha fortes semelhanças com tribunais de exceção, deu um passo adiante para declarar isso de forma explícita: os juízes do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) divulgaram nesta segunda-feira passada uma declaração atestando que a Justiça do Trabalho é um poderoso instrumento de distribuição de renda. Em outras palavras, eles estão agora abertamente confessando que aplicam uma regra que não existe no ordenamento jurídico, que é inconstitucional, e que corrobora o caráter de exceção de sua justiça. O mais irônico, contudo, é que é possível, por meio das ciências econômicas, afirmar que a Justiça do Trabalho funciona como uma instituição que atua fortemente em prol da concentração geral de renda na sociedade brasileira.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

A Coca-Cola, os privilégios governamentais e a guerra às drogas - uma relação que poucos conhecem

A Coca-Cola, os privilégios governamentais e a guerra às drogas - uma relação que poucos conhecem: Já entrou para o rol das curiosidades históricas o fato de que a fórmula original da Coca-Cola continha cocaína. Porém, há uma outra história muito menos conhecida da Coca-Cola, a qual possui interessantes componentes que envolvem o governo, o corporativismo e a guerra às drogas.O sucesso da Coca-Cola como a mega-empresa que ela é hoje se deve, ao menos em parte, aos privilégios especiais concedidos pelo governo americano durante a Segunda Guerra Mundial, os quais se mantêm até hoje, e à supressão de potenciais concorrentes nos primórdios das políticas anti-drogas do governo americano.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Via arrecadação 2016. Quanto seu Estado repassa e recebe do Governo Federal

Veja abaixo quanto cada Estado recebe e repassa ao Governo Federal (via arrecadação de Impostos ). Depois faça as contas e veja quem sustenta quem? É assustador…
O Brasil que trabalha…
Estado
Quanto paga ao governo federal
Quanto recebe do governo federal
Em vermelho devedor e Azul credor
Maranhão
1.886.861.994,84
9.831.790.540,24
-7.944.928.545,40
Bahia
9.830.083.697,06
17.275.802.516,78
-7.445.718.819,72
Pará
2.544.116.965,09
9.101.282.246,80
-6.557.165.281,71
Ceará
4.845.815.126,84
10.819.258.581,80
-5.973.443.454,96
Paraíba
1.353.784.216,43
5.993.161.190,25
-4.639.376.973,82
Piauí
843.698.017,31
5.346.494.154,99
-4.502.796.137,68
Alagoas
937.683.021,32
5.034.000.986,56
-4.096.317.965,24
Pernambuco
7.228.568.170,86
11.035.453.757,64
-3.806.885.586,78
Rio Grande do Norte
1.423.354.052,68
5.094.159.612,85
-3.670.805.560,17
Tocantins
482.297.969,89
3.687.285.166,85
-3.204.987.196,96
Sergipe
1.025.382.562,89
3.884.995.979,60
-2.859.613.416,71
Acre
244.750.128,94
2.656.845.240,92
-2.412.095.111,98
Amapá
225.847.873,82
2.061.977.040,18
-1.836.129.166,36
Rondônia
686.396.463,36
2.488.438.619,93
-1.802.042.156,57
Mato Grosso
2.080.530.300,55
3.864.040.162,26
-1.783.509.861,71
Roraima
200.919.261,72
1.822.752.349,69
-1.621.833.087,97
Mato Grosso do Sul
1.540.859.248,86
2.804.306.811,00
-1.263.447.562,14
Goiás
5.397.629.534,72
5.574.250.551,47
-176.621.016,75
Amazonas
6.283.046.181,11
3.918.321.477,20
2.364.724.703,91
Espírito Santo
8.054.204.123,90
3.639.995.935,80
4.414.208.188,10
Santa Catarina
13.479.633.690,29
5.239.089.364,89
8.240.544.325,40
Minas Gerais
26.555.017.384,87
17.075.765.819,42
9.479.251.565,45
Paraná
21.686.569.501,93
9.219.952.959,85
12.466.616.542,08
Rio Grande do Sul
21.978.881.644,52
9.199.070.108,62
12.779.811.535,90
Rio de Janeiro
101.964.282.067,55
16.005.043.354,79
85.959.238.712,76
São Paulo
204.151.379.293,05
22.737.265.406,96
181.414.113.886,09

Maranhão – O que recebe mais esmola, seguido da Bahia e do Pará.
E a conta só não está mais feia porque não listamos Brasília, a CAPITAL DOS “ALI-BABÁS”…


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

O estágio final do socialismo: governo venezuelano impõe campos de trabalho forçado à população

O estágio final do socialismo: governo venezuelano impõe campos de trabalho forçado à população: O mais recente, e trágico, exemplo prático disso é a democracia socialista da Venezuela. Primeiro, o governo venezuelano arruinou completamente a economia com a adoção de medidas socialistas. A mistura de hiperinflação (gerada pela impressão desmedida de dinheiro), controle de preços e estatizações de fábricas e lojas não apenas não conseguiu gerar oferta abundante de nenhum bem, como, ao contrário, gerou desabastecimento generalizado -- as prateleiras das lojas e dos supermercados estão vazias e as pessoas de classe média que antes tinham emprego estão hoje esfomeadas, tendo de literalmente revirar latas de lixo e matar gatos e pombos nas ruas para ter o que comer. (Veja relatos completos e apavorantes aqui e aqui) Agora, para tentar reverter a fome a escassez de comida, o governo venezuelano decretou que os cidadãos venezuelanos serão compulsoriamente convocados a trabalhar em fazendas agrícolas estatizadas por pelo menos 60 dias para reverter a fome que vem castigando o país. Continua.

Trump vs. Hillary - qual o seu planejador central favorito?

Trump vs. Hillary - qual o seu planejador central favorito?: Tentar separar minuciosamente as diferenças políticas de ambos é uma completa perda de tempo, pois nenhum deles mantém alguma posição baseada em princípio. Ambos adotam um decrépito pragmatismo estatizante com a presunção de que, se há algo de errado com o mundo, o governo pode consertar. Ao menos já está ficando aparente, e com cada vez mais intensidade, que a diferença entre ela e ele se resume a apenas uma briga entre duas facções dentro de um mesmo e único partido. Antigamente, já era comum -- especialmente entre os libertários -- dizer que não havia diferença nenhuma entre republicanos e democratas. No entanto, ainda assim sabíamos que havia uma hipérbole nessa afirmação. Ao menos retoricamente, um dos lados fazia gestos de boa vontade em prol do liberalismo clássico. Agora, isso se evaporou completamente.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Como a crescente estatização do crédito destruiu a economia brasileira e as finanças dos governos

Como a crescente estatização do crédito destruiu a economia brasileira e as finanças dos governos: Após ter sido bombardeado por inúmeras propagandas ufanistas e eufóricas durante os últimos 13 anos, as quais prometiam um Brasil grande e de prosperidade eterna, é natural que o brasileiro hoje se sinta deprimido, e até mesmo revoltado, ao constatar que foi enganado e que aquela economia pujante que lhe haviam prometido nada mais era do que um conto de fadas. Ludwig von Mises explicou bem este componente emocional em suas obras. As pessoas se acostumam a um padrão de vida crescente durante a fase da expansão econômica artificial e, mais tarde, quando a nova realidade se impõe avassaladoramente, elas se recusam a aceitar que tudo não havia passado de uma gostosa mentira, pois imaginavam que aquela fase próspera realmente representava um novo e definitivo padrão.Não existe mágica em economia. Uma medida aparentemente benéfica -- quem pode ser contra a redução dos juros?!, desafiavam os defensores do governo -- gerou consequências desastrosas. A missão de um economista é, acima de tudo, apontar as relações de causa e efeito -- as mais ignoradas na economia.

Como acabar com a impunidade fiscal - Le Monde Diplomatique Brasil

Eva Joly: Como acabar com a impunidade fiscal - Le Monde Diplomatique Brasil

Milton Aldana

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